História do Relógio


Relógio Mecânico - Relógio de Água - Relógio de Areia - Relógio de Fogo - Relógio de Sol - Relógio Elétrico - Relógio Eletrônico - Cartier e Santos Dumont

Relógio de Fogo

Diversos tipos de medidores de tempo surgiram ao longo dos séculos. Do primeiro relógio de sol aos mais modernos relógios eletrônicos, são inúmeros os modelos curiosos que intermeiam a história dos marcadores do tempo. A exemplo da clepsidra, onde a água, baixando de nível em um recipiente pelo gotejar, marcava as horas que passavam, o Relógio de Azeite também se baseia nesse mesmo princípio. Porém, o líquido - azeite - baixa de nível ao ser consumido por combustão. A similaridade existe, apenas diferindo na maneira de como o líquido decresce em seu depósito. Esse relógio de azeite era construído a partir de uma lamparina de estranho, com um depósito de cristal ou de porcelana translúcida, que continha o azeite. A lamparina, do tipo sem mecha, funcionava como uma lâmpada comum de azeite e era alimentada pelo óleo do depósito, o qual possuía um tubo de aspiração; com a queima do azeite na lamparina, o nível deste abaixava no depósito permitindo constatar-se a descida contínua do líquido. Na parte externa do depósito, em sentido vertical, havia uma faixa graduada, marcada com algarismos romanos, que representavam as horas. Com a lamparina acesa, o nível do óleo decrescendo no depósito assinalava as horas. Estes relógios eram usados, principalmente, no período noturno, uma vez que a lamparina servia para iluminar o ambiente e o depósito devidamente demarcado assinalava a hora. Os relógios de azeite apresentavam uma relativa precisão de funcionamento, considerada razoavelmente boa para a época.


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