Diamantes
O diamante recebeu este nome devido à sua dureza (do grego: inconquistável, indomável); é considerado imperecível justamente por não haver nada comparável à sua dureza.
Os Diamantes são encontrados em jazidas primárias e secundárias. Até 1871, os diamantes eram extraídos exclusivamente de jazidas aluvionares pelo processo de lavagem. Casualmente, foram descobertas jazidas primárias na África do Sul: chaminés vulcânicas , chamadas pipes (do inglês: tubo, cachimbo), que contêm a rocha-matriz diamantífera - o kimberlito.
O diamante é formado em grandes profundidades (talvez 80 km ou mais), a 1100•C ou 1300•C e a uma pressão muito elevada. A erupção de sua rocha-matriz (kimberlito) o projeta à sua superfície através das chaminés vulcànicas.
Existem jazidas diamantíferas em muitos lugares da terra, sendo que a África e a Sibéria são particularmente privilegiadas. Até o século XVIII chegavam ocasionalmente diamantes de Bornéu, mas sobretudo da Índia, onde foram encontradas algumas grandes gemas de valor histórico.
Em 1725, encontraram-se os primeiros diamantes no continente sul-americano, em Minas Gerais (Brasil), junto à atual cidade de Diamantina. Em 1843, foi descoberto na Bahia o cabornato parto-negro, um agregado de diamantes microcristalinos, muito apreciado na industria devido a sua grande resistência. O Brasil encabeçou durante o século XVIII e XIX a produção mundial de diamantes, sendo porém suplantado posteriormente pela África do Sul. As jazidas eram predominantemente aluviais, em associação com uma rocha composta, semelhante ao Kimberlito.
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